sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

QUER FAZER TEOLOGIA COMPLETA E AQUI

NUCLEO DO SENET EM VITORIA AD MINISTERIO CRISTO SALVA PASTOR ROBERTO XAVIER 30828439/99366108/88694072

TEOLOGIA BIBLICA

1. TEOLOGIA A reflexão teológica é a atividade mais importante que um ser humano pode realizar. Essa declaração pode surpreender alguns leitores, mas uma explicação do significado e das implicações do empreendimento teológico fornecerá justificativa para uma tal reivindicação. Consideraremos a natureza, a possibilidade e a necessidade desse campo de estudo nas várias páginas seguintes. A NATUREZA DA TEOLOGIA A palavra TEOLOGIA refere-se ao estudo de Deus. Quando usada num sentido mais amplo, a palavra pode incluir todas as outras doutrinas reveladas na Escritura. Ora, Deus é o supremo ser que criou e até agora sustenta tudo o que existe, e a teologia procura entender e articular, de uma maneira sistemática, a informação por ele revelada a nós. Assim, a teologia se preocupa com a realidade última. Visto que é o estudo da realidade última, nada é mais importante. Porque contempla e discuta essa realidade, ela, conseqüentemente, define e governa cada área da vida e do pensamento. Portanto, assim como Deus é o ser ou realidade última, a reflexão teológica é a atividade humana última. Esse livro é uma apresentação de diversas doutrinas bíblicas importantes, pertencentes ao estudo da teologia sistemática. Uma doutrina consiste de uma série de proposições relacionadas com certo tópico teológico — é o ensino bíblico de um determinado assunto. Teologia, então, refere-se ao estudo da Escritura ou à formulação sistemática das doutrinas dessa. Uma doutrina verdadeiramente bíblica é sempre autorizada e obrigatória, e um sistema de teologia é somente autorizado até onde ele reflita o ensino escriturístico. Muitos advertem contra estudar teologia para o próprio bem dessa. O espírito antiintelectual dessa geração tem se infiltrado de tal maneira na igreja, que eles recusam a crer que alguma atividade intelectual possua valor intrínseco. Para eles, até mesmo conhecer a Deus deve servir para um propósito maior, provavelmente pragmático ou ético. Embora o conhecimento de Deus deva afetar a conduta de alguém, é, contudo, um engano pensar que o empreendimento intelectual da teologia sirva a um propósito que seja maior do que ela mesma. Os cristãos devem afirmar que, visto que estudar teologia é conhecer a Deus, e esse é o maior propósito do homem, a teologia, portanto, possui um valor intrínseco. Jeremias 9:23-24 diz: Assim diz o Senhor: “Não se glorie o sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado”, declara o Senhor. Não há finalidade maior a que o conhecimento de Deus pretende alcançar, e não há propósito maior para o homem senão o de que conhecer a Deus. O conhecimento teológico produz demandas morais e outros efeitos na vida de uma pessoa, mas essas Monergismo.com – “Ao Senhor pertence a salvação” (Jonas 2:9) www.monergismo.com 6 não são propósitos maiores do que a tarefa teológica de conhecer a revelação verbal de Deus. A POSSIBILIDADE DA TEOLOGIA Um pré-requisito para se construir um sistema teológico é provar que o conhecimento teológico é possível. Jesus diz que “Deus é Espírito” (João 4:24); ele transcende a existência espaço-temporal do homem. A questão que então se levanta diz respeito a como os seres humanos podem conhecer algo sobre ele. Deuteronômio 29:29 tem a resposta: As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, o nosso Deus, mas as reveladas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre, para que sigamos todas as palavras desta lei (Deuteronômio 29:29). Teologia é possível porque Deus se revelou a nós através das palavras da Bíblia. Deus revelou sua existência, atributos e exigências morais a todo ser humano, incluindo tal informação dentro da mente do homem. A própria estrutura da mente humana inclui algum conhecimento sobre Deus. Esse conhecimento inato, conseqüentemente, faz com que o homem reconheça a criação como a obra de um criador. A grandeza, magnitude e o desígnio complexo da natureza servem para lembrar ao homem de seu conhecimento inato sobre Deus. Os céus estão declarando a glória de Deus. A vasta expansão mostra o seu trabalho manual. Um dia “fala” disso a outro dia; uma noite mostra conhecimento a outra noite. Não há discursos, não há palavras; Nenhum som é ouvido delas. Sua “voz” estende-se por toda a terra, suas palavras até os confins do mundo (Salmo 19:1-3). 1 Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceuse (Romanos 1:18-21). 2 Embora o testemunho da natureza concernente ao seu criador seja evidente, o conhecimento do homem sobre Deus não vem da observação da criação. A última 1 Robert L. Reymond, A New Systematic Theology of the Christian Faith; Nashville, Tennessee: Thomas Nelson, Inc.; p. 396. Lemos na NVI assim: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia fala disso a outro dia; uma noite o revela a outra noite. Sem discurso nem palavras, não se ouve a sua voz.”. 2 “Sua realidade invisível — seu eterno poder e sua divindade — tornou-se inteligível, desde a criação do mundo, através das criaturas, de sorte que não têm desculpa” (v. 20, Bíblia de Jerusalém).

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

SEMINARIO PARA NOVOS SERVOS DE DEUS
ESTUDO MINISTRADO PELO PASTOR; ROBERTO XAVIER

A MORDOMIA CRISTÃ DO TEMPO
I – DEUS É O SENHOR O TEMPO – Dn 2.21; At 17.26; Gl 4.4

1. O tempo é uma dádiva de Deus – o tempo existe por causa do homem. Deus lho concedeu isto para que este pudesse ter oportunidade de realizar todos os seus desígnios da maneira a mais proveitosa. Todos recebemos de Deus a mesma porção de tempo – Ec 9.11
2. O tempo que Deus nos dá deve ser bem administrado – devemos pedir sabedoria a Deus para que possamos usar bem o tempo que Ele nos dá – Sl 90.12; 31.15. O trabalho, o lazer, o descanso, a família e a igreja são os principais aspectos do uso do nosso tempo, e devemos ter muito cuidado para administrá-los adequadamente, sem que um elemento sufoque o outro.

II – CONCEITOS ERRÔNEOS ACERCA DO TEMPO
1. O tempo voa
2. O tempo cuidará do caso
3. Não tenho tempo
4. Matar o tempo
5. Recuperar o tempo perdido
6. Ganhar tempo

III – COMO USAR O TEMPO SABIAMENTE
1) O uso negativo do tempo
a) O desperdício do tempo – uma vez que deixamos de usar o tempo à medida que o temos em nossa frente, jamais poderemos reavê-lo. Desperdiçá-lo significa perdê-lo irrecuperavelmente. Devemos usar o nosso tempo sabiamente, em proveito próprio, para o próximo e para a glória de Deus.
b) Desperdiçar o tempo com coisas fúteis – o tempo pode ser desperdiçado, principalmente, com conversas fúteis, que não edificam, pelo contrário (2 Tm 2.16; Tg 3.3,10; Ef 4.29).
c) Não aproveitar o tempo oportuno para realizar uma obra
• Israel, para se arrepender de seus erros – Jr 8.20
• As virgens loucas, ao se prepararem para o Noivo – Mt 25.11,12
• Judas, tocado de remorso por haver traído a Cristo – Mt 27.3-5
• Esaú, por ter vendido a primogenitura – Hb 12.17
• Jeoás, rei de Israel, para uma vitória completa sobre os Siros – 2 Rs 13.15-19
• O servo negligente, para fazer um bom investimento – Mt 25.26,27
• Jerusalém, pela indiferença com o Messias – Lc 19.41-44
• Saul, para arrepender-se – 1 Sm 16.1
• Felix e Agripa, para conhecerem melhor o evangelho – At 24.24-26; 26.27-29
2) O uso positivo do tempo
a) Planeje o tempo – há tempo para tudo (Ec 3.1-8). Portanto, devemos planejar o seu uso da maneira mais proveitosa possível, para que nada deixe de ser feito, e o seja de forma adequada.
b) Cultive a pontualidade – “antes tarde do que nunca” é uma expressão falida para quem quer justificar sua falta de pontualidade. A Bíblia reprova isto (Rm 12.11). A pontualidade faz parte do caráter do cristão.
c) Procure remir o tempo – não significa diminuí-lo, nem aumentá-lo. Significa aproveitá-lo ao máximo (Ef 5.16; Cl 4.5). Devemos remir o tempo também na esfera espiritual, priorizando a evangelização, os cultos de doutrina, a meditação bíblica individual, o culto doméstico. Etc.
d) Aproveitar o tempo aceitável para buscar a Deus – Is 49.8; 55.6,7; 2 Co 6.2; Ap 3.20; (1 Pe 1.17).
e) Devemos saber discernir entre o que é urgente e o que é importante – em muitos casos, o urgente não é tão importante, e o importante não é tão urgente. Veja o episódio de Lázaro: A necessidade urgente, do ponto de vista da família, era evitar a morte de um ente querido, mas o importante, do ponto de vista divino, era ressuscitar Lázaro (Jo cap. 11).
3) O uso do tempo em relação à obra de Deus
a) Há pessoas talentosas que conseguem executar mais de uma tarefa na igreja de forma satisfatória. Entretanto, há outros irmãos que, por não saberem dizer “não” a certos projetos, exercem várias funções e não executam corretamente nenhuma. Com isso, ocupam até o tempo que deveriam passar com a família. É melhor fazer um coisa, e esta bem feita, do que três obras relaxadamente e tornar-se maldito diante de Deus (Jr 48.10)
b) Deus não exige de nós, para podermos demonstrar que o amamos ou que lhe somos fiéis, uma carga excessiva de tarefas que podem não ser executadas adequadamente.

IV – ELEMENTOS ESSENCIAIS QUANTO AO USO DO TEMPO
1) Em relação à obra de Deus – devemos fazer somente aquilo que estiver ao nosso alcance, para o fazermos bem e não prejudicarmos outros afazeres igualmente importantes.
2) Em relação à família – devemos estar conscientes de que a Bíblia nos adverte quanto aos cuidados da administração do lar, seja na relação marido x mulher, seja na relação pais x filhos, seja na relação filhos x pais. Isso requer tempo adequado para ser desenvolvido e executado.
3) Em relação ao trabalho – somos pagos para trabalharmos uma jornada diária ou semanal, acordo com o contrato assinado com o nosso empregador ou patrão. Esse tempo é pago e deve ser cumprido com justiça. Usá-lo fazendo outras coisas pode ser considerado roubo.
4) Em relação ao lazer – é fundamental para a saúde mental. Devemos reservar um tempo adequado para isso e não podemos nos descuidar da sua importância para a nossa satisfação pessoal.
5) Em relação ao descanso – é fundamental para a nossa saúde em geral. Nosso corpo precisa de um tempo dedicado exclusivamente para o descanso. Isso não deve ser negligenciado.


QUE O SENHOR JESUS ABENÇOE MUITO A SUA VIDA
PEDIDOS DE ORAÇÕES POR EMAIL, SEMINARISTAROBERTO@HOTMAIL.COM

A MORDOMIA CRISTÃ DO TEMPO

SEMINARIO PARA NOVOS SERVOS DE DEUS
ESTUDO MINISTRADO PELO PASTOR; ROBERTO XAVIER

A MORDOMIA CRISTÃ DO TEMPO
I – DEUS É O SENHOR O TEMPO – Dn 2.21; At 17.26; Gl 4.4

1. O tempo é uma dádiva de Deus – o tempo existe por causa do homem. Deus lho concedeu isto para que este pudesse ter oportunidade de realizar todos os seus desígnios da maneira a mais proveitosa. Todos recebemos de Deus a mesma porção de tempo – Ec 9.11
2. O tempo que Deus nos dá deve ser bem administrado – devemos pedir sabedoria a Deus para que possamos usar bem o tempo que Ele nos dá – Sl 90.12; 31.15. O trabalho, o lazer, o descanso, a família e a igreja são os principais aspectos do uso do nosso tempo, e devemos ter muito cuidado para administrá-los adequadamente, sem que um elemento sufoque o outro.

II – CONCEITOS ERRÔNEOS ACERCA DO TEMPO
1. O tempo voa
2. O tempo cuidará do caso
3. Não tenho tempo
4. Matar o tempo
5. Recuperar o tempo perdido
6. Ganhar tempo

III – COMO USAR O TEMPO SABIAMENTE
1) O uso negativo do tempo
a) O desperdício do tempo – uma vez que deixamos de usar o tempo à medida que o temos em nossa frente, jamais poderemos reavê-lo. Desperdiçá-lo significa perdê-lo irrecuperavelmente. Devemos usar o nosso tempo sabiamente, em proveito próprio, para o próximo e para a glória de Deus.
b) Desperdiçar o tempo com coisas fúteis – o tempo pode ser desperdiçado, principalmente, com conversas fúteis, que não edificam, pelo contrário (2 Tm 2.16; Tg 3.3,10; Ef 4.29).
c) Não aproveitar o tempo oportuno para realizar uma obra
• Israel, para se arrepender de seus erros – Jr 8.20
• As virgens loucas, ao se prepararem para o Noivo – Mt 25.11,12
• Judas, tocado de remorso por haver traído a Cristo – Mt 27.3-5
• Esaú, por ter vendido a primogenitura – Hb 12.17
• Jeoás, rei de Israel, para uma vitória completa sobre os Siros – 2 Rs 13.15-19
• O servo negligente, para fazer um bom investimento – Mt 25.26,27
• Jerusalém, pela indiferença com o Messias – Lc 19.41-44
• Saul, para arrepender-se – 1 Sm 16.1
• Felix e Agripa, para conhecerem melhor o evangelho – At 24.24-26; 26.27-29
2) O uso positivo do tempo
a) Planeje o tempo – há tempo para tudo (Ec 3.1-8). Portanto, devemos planejar o seu uso da maneira mais proveitosa possível, para que nada deixe de ser feito, e o seja de forma adequada.
b) Cultive a pontualidade – “antes tarde do que nunca” é uma expressão falida para quem quer justificar sua falta de pontualidade. A Bíblia reprova isto (Rm 12.11). A pontualidade faz parte do caráter do cristão.
c) Procure remir o tempo – não significa diminuí-lo, nem aumentá-lo. Significa aproveitá-lo ao máximo (Ef 5.16; Cl 4.5). Devemos remir o tempo também na esfera espiritual, priorizando a evangelização, os cultos de doutrina, a meditação bíblica individual, o culto doméstico. Etc.
d) Aproveitar o tempo aceitável para buscar a Deus – Is 49.8; 55.6,7; 2 Co 6.2; Ap 3.20; (1 Pe 1.17).
e) Devemos saber discernir entre o que é urgente e o que é importante – em muitos casos, o urgente não é tão importante, e o importante não é tão urgente. Veja o episódio de Lázaro: A necessidade urgente, do ponto de vista da família, era evitar a morte de um ente querido, mas o importante, do ponto de vista divino, era ressuscitar Lázaro (Jo cap. 11).
3) O uso do tempo em relação à obra de Deus
a) Há pessoas talentosas que conseguem executar mais de uma tarefa na igreja de forma satisfatória. Entretanto, há outros irmãos que, por não saberem dizer “não” a certos projetos, exercem várias funções e não executam corretamente nenhuma. Com isso, ocupam até o tempo que deveriam passar com a família. É melhor fazer um coisa, e esta bem feita, do que três obras relaxadamente e tornar-se maldito diante de Deus (Jr 48.10)
b) Deus não exige de nós, para podermos demonstrar que o amamos ou que lhe somos fiéis, uma carga excessiva de tarefas que podem não ser executadas adequadamente.

IV – ELEMENTOS ESSENCIAIS QUANTO AO USO DO TEMPO
1) Em relação à obra de Deus – devemos fazer somente aquilo que estiver ao nosso alcance, para o fazermos bem e não prejudicarmos outros afazeres igualmente importantes.
2) Em relação à família – devemos estar conscientes de que a Bíblia nos adverte quanto aos cuidados da administração do lar, seja na relação marido x mulher, seja na relação pais x filhos, seja na relação filhos x pais. Isso requer tempo adequado para ser desenvolvido e executado.
3) Em relação ao trabalho – somos pagos para trabalharmos uma jornada diária ou semanal, acordo com o contrato assinado com o nosso empregador ou patrão. Esse tempo é pago e deve ser cumprido com justiça. Usá-lo fazendo outras coisas pode ser considerado roubo.
4) Em relação ao lazer – é fundamental para a saúde mental. Devemos reservar um tempo adequado para isso e não podemos nos descuidar da sua importância para a nossa satisfação pessoal.
5) Em relação ao descanso – é fundamental para a nossa saúde em geral. Nosso corpo precisa de um tempo dedicado exclusivamente para o descanso. Isso não deve ser negligenciado.


QUE O SENHOR JESUS ABENÇOE MUITO A SUA VIDA
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